Foto retirada do Photo.net.
Quando temos alguns de nossos sonhos acorrentados ao chão ou destruídos por outras pessoas, perdemos a fé em muitas coisas... E vem aquela tristeza arrebatadora e uma descrença tão forte no futuro que queremos passar o dia inteiro "morgando" na cama, lamentando nossa carência, questionando o propósito da vida. Exagero? Hum... Se você acha que estou exagerando, dê graças aos céus: você nunca sofreu uma decepção profunda ou nunca sentiu o vazio de não conseguir imaginar seu futuro. Esse é um ótimo sinal!
Não que eu queira contaminar vocês com meu (pseudo-)pessimismo, mas eu gostaria de expelir de minhas entranhas o que me inquieta. Uma série de questionamentos bobos - reiterando: bobos - que me faço e que ninguém responde (claro, ninguém ouve meu monólogo).
Para início de conversa, eu pergunto: por que será que estamos vivos? Não é estranho pensar que nossos pais uniram duas células ínfimas de seus corpos, estas fundiram seus núcleos, começou a divisão mitótica do zigoto e, com o passar do tempo e ativação de determinados gênios - ooops, genes! -, viramos o que somos? Viramos massa humana! Ei, mas de onde veio o espírito?! E nossos dons? Nossos pensamentos, esses questionamentos bestas?! De onde vêm?
Por que nós, e não outras almas, fomos mandados à Terra? Talvez para fazermos o bem aos outros... Um bem que uma hora vai acabar! Afinal, todos morrem! Então, se tudo um dia acaba, qual o propósito da existência? Por que há Terra, vida, sofrimento, felicidade...? Estaríamos em um teatro? E quem seriam os espectadores de pipoca numa mão e tomates podres na outra, rindo a cada tragédia ou compartilhando de nosso sofrimento?
Ando notando como as pessoas são previsíveis e me pergunto: seria tudo isso fruto de uma contaminação inconsciente entre as pessoas ou seria herança genética dos nossos longííínquos antepassados? Não entendem? Bem, pra quem tem Orkut, basta observar as comunidades para perceber como as atitudes que nós pensávamos que só nós tínhamos são tão comuns pelo mundo afora... Isso é “instinto humano” ou “clonagem natural de personalidade”? Será que tem a ver com alelo recessivo e dominante?
Alguém me explica por que eu estou escrevendo isso?!
Não que eu queira contaminar vocês com meu (pseudo-)pessimismo, mas eu gostaria de expelir de minhas entranhas o que me inquieta. Uma série de questionamentos bobos - reiterando: bobos - que me faço e que ninguém responde (claro, ninguém ouve meu monólogo).
Para início de conversa, eu pergunto: por que será que estamos vivos? Não é estranho pensar que nossos pais uniram duas células ínfimas de seus corpos, estas fundiram seus núcleos, começou a divisão mitótica do zigoto e, com o passar do tempo e ativação de determinados gênios - ooops, genes! -, viramos o que somos? Viramos massa humana! Ei, mas de onde veio o espírito?! E nossos dons? Nossos pensamentos, esses questionamentos bestas?! De onde vêm?
Por que nós, e não outras almas, fomos mandados à Terra? Talvez para fazermos o bem aos outros... Um bem que uma hora vai acabar! Afinal, todos morrem! Então, se tudo um dia acaba, qual o propósito da existência? Por que há Terra, vida, sofrimento, felicidade...? Estaríamos em um teatro? E quem seriam os espectadores de pipoca numa mão e tomates podres na outra, rindo a cada tragédia ou compartilhando de nosso sofrimento?
Ando notando como as pessoas são previsíveis e me pergunto: seria tudo isso fruto de uma contaminação inconsciente entre as pessoas ou seria herança genética dos nossos longííínquos antepassados? Não entendem? Bem, pra quem tem Orkut, basta observar as comunidades para perceber como as atitudes que nós pensávamos que só nós tínhamos são tão comuns pelo mundo afora... Isso é “instinto humano” ou “clonagem natural de personalidade”? Será que tem a ver com alelo recessivo e dominante?
Alguém me explica por que eu estou escrevendo isso?!
...
Ok, essa eu respondo: eu simplesmente estou num misto de êxtase e de tédio! Êxtase, por estar nas merecidas férias. Tédio, por ver meu blog tão abandonado, o que gera essa necessidade de atualizar o pobre coitado. Eu não quero ser uma mãe desnaturada. Nem queria publicar esse “texto”, mas, se não tem tu, vai tu mesmo.
"Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem esta prisão
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem...
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Sonhos que podemos ter
...e teremos"
(Engenheiros do Hawaii)
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